Relacionamentos Dificeis

Na atualidade, vivemos em uma luta intensa contra o tempo. Tudo é feito com pressa e na grande maioria das vezes de forma superficial, pois a luta pela vida nos exige cada vez mais dinamismo e objetividade. Não podemos perder tempo, aliás, não podemos perder nada. Tentamos manter nosso bom humor nesse turbilhão em que vivemos, nos esforçamos para encarar de forma positiva essa correria desenfreada, que nos tira a maioria dos prazeres que poderíamos curtir. Não é tarefa leve.
Conhecemos pessoas que nos alavancam ao progresso, a evolução, nos energizam e ajudam a suprir o que nos falta por falta de tempo para curtir a vida.
Mas também atravessam nosso caminho pessoas que são negativas, que arrumam problemas em tudo, que, embora tenham condições de serem felizes, acham tudo escuro na natureza e fazem com que as pessoas as quais se relacionam se sintam de forma similar, atravancando seu caminho, as desgastando com pessimismos, culpas, negativismos e fazendo da vida de todos um constante inverno.
Prazer e otimismo? Que é isso?
São pessoas amargas, que fazem tudo ao redor assim também ficar. Nem sempre conseguimos nos isolar de desses relacionamentos. Os chamados “malas”. Quem não conhece algum?
Devemos lembrar que similitude não é igualdade. Podemos e devemos aprender a relacionar com esse tipo de pessoa de forma a não sermos contagiados pelo seu negativismo.
Nem sempre conseguiremos influenciar tais sujeitos a serem mais amenos, mais coloridos, menos frios, menos pessimistas, mas com certeza podemos isolar suas influencias maléficas em nosso dia a dia, deixando que essa nuvem escura que os acompanha fique sobre a cabeça deles e não na nossa.
Ao sentir suas influencias, vamos mudar de sintonia mental, brincar com seus comentários pessimistas, sorrir enquanto reclamam de tudo, e se ainda assim não conseguimos manter nosso equilíbrio, melhor pensar seriamente em ficar um pouco distante da pessoa. Não entrar em discussão e manter conversas simples ajudam.

Concordando com o comentário de nossa leitora:

“Afastar-se destas pessoas não é fácil mesmo. Se elas encontram um ouvinte educado que não sabe como se afastar sem magoar, aí não largam mesmo do pé. Algumas vezes é preciso mostrar desinteresse: não olhar para a pessoa enquanto ela discorre, mudar bruscamente para um assunto completamente diverso do que ela está falando.etc. Outro truque que dá certo é não ter opinião. Estas pessoas gostam muito de nos puxar para seus problemas, muitas vezes imaginários, com a pergunta “O que vc. acha?” É eficiente responder a todas: “Não sei…” Com estas demonstrações de desinteresse, algumas desistem e não nos procuram mais. E a gente não precisou magoar com uma “despedida” dura. É mais sutil, porque o “chato” para estas pessoas passa a ser a gente, não elas… ”

Vagner Crepaldi

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